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#TocaDiscos 28 - Dingo Bells

Essa colunete volta para uma segunda temporada (se podemos dividir assim) conversando com uma banda incrível: Dingo Bells. No final do ano passado - sim, faz um tempo, eu sei - bati um papo tão bacana que a pauta não poderia passar em vão. Ainda mais com a banda lançando novo álbum no próximo mês.

A história do Dingo Bells se estende por mais tempo do que podemos imaginar. Da formação da banda, passando pelos shows, conheci o som dos cara por acaso, exatamente no dia que resolvi ver de perto a reabertura de um bar, que havia trocado de endereço, em São Paulo. Quando a porta do “estábulo” subiu revelando quase uma sala de estar em formato de palco, lá estava a banda, cantando seu repertório em uníssono com um público em êxtase, algo pouco visto nos dias do hoje.

Naquela mesma semana dei uma chegadinha no escritório do Showlivre e me entregaram um disco, que teoricamente era um vinil. Pura pegadinha do malandro, era o cd Maravilhas da Vida Moderna”, estreia do trio gaúcho. Passei o resto daquele mês ouvindo e analisando melodia por melodia, letra por letra… até chegar o fim do ano passado, em show genial na Casa do Mancha.

Você pode estar se perguntando neste momento: o que raios eles têm em comum com a sua coluna, que fala de vinil? Além de terem lançado o disco anterior no formato, os caras tem um gosto interessante quando falamos do bolachão.

Um dos álbuns mais icônicos para eles é o “Aja”, o sexto álbum de estúdio da banda de jazz-rock norte-americana Steely Dan. Inclusive esse vinil está lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.

Quanto ao processo de composição do álbum novo, Rodrigo comentou que ele é coletivo, quase uma costura, como uma colcha de retalho, num misto de histórias próprias, ideias soltas e conversas com amigos. Quanto às referências revisitadas foram citadas algumas sonoridades de hip hop como D'angelo e Anderson Paak e o rock alternativo e, às vezes desconcertado, do Radiohead. Lembrando que, são referências mais de sonoridade ou de uma linha mais fina.

Quanto ao processo de composição do álbum novo, Rodrigo comentou que ele é coletivo, quase uma costura, como uma colcha de retalho, num misto de histórias próprias, ideias soltas e conversas com amigos. Quanto às referências revisitadas foram citadas algumas sonoridades de hip hop como D'angelo e Anderson Paak e o rock alternativo e, às vezes desconcertado, do Radiohead. Lembrando que, são referências mais de sonoridade ou de uma linha mais fina.

Formado por Rodrigo Fischmann (voz principal e bateria), Diogo Brochmann (voz, guitarra e teclado) e Felipe Kautz (voz e baixo) estão prestes a lançar “Todo mundo vai mudar”.

++A nossa querida Carol Pardini

Jornalista, produtora de canais de YouTube, metida a critica musical, webwritter,apaixonada pela vida ,que faz palavras cruzadas e cozinha para desestressar.

Twitter da Carol